sábado, 11 de julho de 2009

Deus é Brasileiro






Deus é Brasileiro

Elenco: Antonio Fagundes, Paloma Duarte, Wagner Moura, Stepan Nercessian, Hugo Carvana, Bruce Gomlevsky.

Direção: Cacá Diegues
Gênero: Comédia Nacional / 2003
Sinopse:
Cansado de tantos erros cometidos pela humanidade, decepcionado com essa Sua criação tão cheia de defeitos, Deus resolve tirar umas férias dela, retirando-se por um tempo para as estrelas distantes, a fim de descansar de seus aborrecimentos com o ser humano. Para isso, Ele precisa encontrar um santo que se ocupe de Suas obrigações para com a humanidade, enquanto sai de férias. Deus resolve procurá-lo no Brasil, país tão religioso que, entretanto, nunca teve um santo seu, reconhecido oficialmente. Seu guia no Brasil será Taoca, um esperto borracheiro e pescador que vê, nesse encontro com Deus, uma oportunidade para resolver seus problemas materiais. Mais tarde, junta-se aos dois a jovem e solitária Madá, vítima de grande paixão. Do litoral de Alagoas ao interior do Tocantins, passando por Pernambuco, através do sertão e das cidades, Deus, Taoca e Madá seguem pelas estradas do país, vivendo diferentes aventuras à procura de um santo, até o surpreendente final do filme.
A Brisa

chega ligeira
passa rápido
é passageira

Deve ser prima
do vento, sopra
suave, pois é
seu talento

Não se sabe
de onde veio
vim acariciar a folha
me dando vontade de ler
Então leio

Leio o que fiz
leio o que faço
só não leio o que farei
pois o faço passo a passo

( Kennedi Oliveira )

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Metallica

Metallica confirma shows no Brasil
Banda volta às origens thrash metal e anuncia vinda em janeiro de 2010
Com seu primeiro trabalho imune a criticas negativas desde o álbum preto, os headbangers do Metallica festejam 30 mil cópias vendidas só no Brasil. Death Magnetic é a resposta do quarteto ícone do thrash metal àqueles que lamentavam seu desvio para o clichê, ao mesmo tempo em que estampa sorriso no rosto dos músicos, que tanto desaprovam o download ilegal. Já a Universal Music pode comemorar lucro em época de crise e mp3.
Mas é claro que no mundo online do compartilhamento eles são sucesso também: uma loja francesa decidiu botar o CD à venda antes da data oficial para tirar proveito e isso resultou que a galera comprou, ripou e jogou na internet, espalhando seus arquivos pelos P2P.
Levando em conta o imenso público de som pesado por esses lados, os caras estarão de volta ao país com a turnê desse último disco. O anúncio, apesar de não revelar datas nem lugares, é da própria gravadora, responsável pela distribuição dos álbuns dos californianos. E a promessa é de que os shows rolam em janeiro de 2010.
Com sua roupagem crua e direta, Death Magnetic é pesado como o Metallica dos velhos tempos, na contramão de St. Anger, e assim funciona como espécie de reconciliação da banda com os fãs de longa data - as faixas são compridas e complexas, durando mais que cinco minutos. Por isso mesmo a apresentação, ainda que um pouco distante, já promete reunir muita gente.
Retirado da página do Skol Beat

quarta-feira, 10 de junho de 2009

História do Rádio



O princípio da propagação radiofônica veio mesmo em 1887, através de Hertz. Ele fez saltar faíscas através do ar que separavam duas bolas de cobre. Por causa disso os antigos "quilociclos" passaram a ser chamados de "ondas hertzianas" ou "quilohertz".


A industrialização de equipamentos se deu com a criação da primeira companhia de rádio, fundada em Londres - Inglaterra pelo cientista italiano Guglielmo Marconi. Em 1896 Marconi já havia demonstrado o funcionamento de seus aparelhos de emissão e recepção de sinais na própria Inglaterra, quando percebeu a importância comercial da telegrafia.


Até então o rádio era exclusivamente "telegrafia sem fio", algo já bastante útil e inovador para a época, tanto que outros cientistas e professores se dedicaram a melhorar seu funcionamento como tal. Oliver Lodge (Inglaterra) e Ernest Branly (França), por exemplo, inventaram o "coesor", um dispositivo que melhorava a detecção. Não se imaginava, até então, a possibilidade do rádio transmitir mensagens faladas, através do espaço.E as inovações continuavam a surgir... o rádio evoluia rapidamente !
Em 1897 Oliver Lodge inventou o circuito elétrico sintonizado, que possibilitava a mudança de sintonia selecionando a freqüência desejada.Lee Forest, desenvolveu a válvula triodo. Von Lieben, da Alemanha e o americano Armstrong empregaram o triodo para amplificar e produzir ondas eletromagnéticas de forma contínua.


Também no Brasil o rádio crescia: um Padre-cientista gaúcho, chamado Roberto Landell de Moura, nascido em 21 de janeiro de 1861, construiu diversos aparelhos importantes para a história do rádio e que foram expostos ao público de São Paulo em 1893.


Teleauxiofono (telefonia com fio), Caleofono (telefonia com fio), Anematófono (telefonia sem fio), Teletiton (telegrafia fonética, sem fio, com o qual duas pessoas podem comunicar-se sem serem ouvidas por outras), Edífono (destinado a ducificar e depurar as vibrações parasitas da voz fonografada, reproduzindo-a ao natural)


Já em 1890 o padre-cientista Landell de Moura previa em suas teses a "telegrafia sem fio", a "radiotelefonia", a "radiodifusão", os "satélites de comunicações" e os "raios laser". Dez anos mais tarde, em 1900, o Padre Landell de Moura obteve do governo brasileiro a carta patente nº 3279, que lhe reconhece os méritos de pioneirismo científico, universal, na área das telecomunicações. No ano seguinte ele embarcou para os Estados Unidos e em 1904, o "The Patent Office at Washington" lhe concedeu três cartas patentes: para o telégrafo sem fio, para o telefone sem fio e para o transmissor de ondas sonoras.Padre Landell de Moura foi precursor nas transmissões de vozes e ruídos.


Nos Estados Unidos foram anos de pesquisas, tentativas e aprimoramentos até Lee Forest instalar a primeira "estação-estúdio" de radiodifusão, em Nova Iorque, no ano de 1916. Aconteceu então o primeiro programa de rádio, que se tem notícia. Ele tinha conferências, música de câmara e gravações. Surgiu também o primeiro registro de radiojornalismo, com a transmissão das apurações eleitorais para a presidência dos Estados Unidos.




Rádio:

- Agilidade

- Sensorialidade

- O inventor do rádio foi Gugelmino Marconi
- No começo o rádio era usado para divulgar poemas e anúncios sem fins publicitários


- Os norte-americanos inventaram a linha comercial do rádio(1910) ao contrário dos Europeus.- Roquete Pinto fundou a primeira rádio no Brasil


- A época de Ouro do rádio aconteceu quando todas as empresas investiram pesado no rádio, época em que não havia outra mídia tão poderosa.


- Vargas cria a Voz do Brasil Década de 20


– IMPLANTAÇÃO


- Primeira emissora oficial. Rádio Sociedade do Rio, rádio de cunho educativo voltada a elite.- Alto custo do receptor(aparelho)- Não divulgava anúncios, somente óperas, concertos, palestras e etc.Década de 30


– CONSOLIDAÇÃO


- Primeiro Documento sobre Radiodifusão em 1931


- As rádios começam a divulgar anúncios e se estruturar como empresas

- Preocupação com a audiência- Passa do cultural/erudito para o popular/lazer e diversão- Surgem os primeiros profissionais, os programistas

- Os programas passam a Ter horários fixos- Vargas, em 1934 cria a Voz do Brasil- Rádio Kosmos cria o primeiro auditório em 1935

- Rádio Jornal do Brasil, voltada a informação é criada em 1935

- Em 1936 é criada a rádio Nacional, considerada um marco da transformação do rádio no Brasil- 1940 a rádio Nacional é emcampada por Getúlio

- A partir de 1936: Época de Ouro do rádio, toda a publicidade passa a ser destinada ao rádio.Década de 40


– Época de Ouro

- Concorrência se acirra e a programação desce ao popularesco e ao baixo nível.

- Surgem as primeiras Radionovelas

- O Radiojornalismo começa a se estruturar surgindo os primeiros jornais que marcaram o gênero: Repórter Esso e Grande Jornal Falado na Tupi.- Repórter esso chega ao Brasil em 1941 depois de estar consolidado em outros países na América Latina.Com ele chegam as grandes agências de publicidade como J.W. Tompson e Mc. Cann Erickson.Ficou 18 anos no ar, sendo transmitido por 5 emissoras brasileiras em 5 edições diárias.- Em 1942 surge o IBOPEDécada de 50


– Decadência

- O rádio começa a perder verbas para a TV e busca uma nova linha de linguagem- Começa a regionalização da programação

- O radiojornalismo ganha força com a rádio Bandeirantes SP, que inicia programação em notícias a cada 15 minutos

- Inventado o transistor que revoluciona o rádio, dando agilidade com a possibilidade de leva-lo para qualquer lugar

- As reportagens passam a ser transmitidas diretamente da rua, dando agilidade ao veículo.- Começam a ser utilizadas as unidades móveisDécada de 60


– NOVOS RUMOS

- Aperfeiçoamentos eletrônicos diminuem o tamanho dos equipamentos e o rádio ganha agilidade e melhora a qualidade das transmissões- Radiojornalismo torna-se mais atuante- Em 1959, a rádio jornal do Brasil lança serviços de utilidade pública. A idéia é copiada por emissoras de todo o Brasil- Rádio Panamericana instala serviço de meteorologia- Surge o conceito de rádio tocando exclusivamente música com a Tamoco e a Excelsior- Entram no ar as emissoras FM- Surgem os primeiros programas populares com a participação do público


- Em 1969 é criada a rádio mulherDécada de 70


- SEGMENTAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO


- Identificação com faixas socio-econômicas-culturais, buscando a própia linguagem das classes que desejam atingir- Emissoras lutam pelo público

- Emissoras voltadas para a informação aumentam seus serviços com a participação do repórter ao vivo- 1976 é criada a RadioBrás

– empresa brasileira de RadioFusão

- Surgem as agências de produção radiofônicaDécada de 80

– Novas Tecnologias

- Surgem redes de rádios AM/FM via Satélite

- Utilização de CDS.

- Proliferação das rádios piratasDécada de 90


– Modernização

- Diferencial nos métodos de gerenciamento das emissoras

- Programação via satélite digital- Internet- Rádio a cabo

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Para todos aqueles que viveram nos tempos das fitas K7.



Meio ambiente

Mudanças climáticas

ONGs divulgam tratado sobre clima em Bonn

P. Carvalho

Cientistas de organizações não governamentais como Greenpeace, WWF, IndyACT, Fundação David Suzuki, Centro de Ecologia Nacional da Ucrânia e especialistas independentes de todo o mundo, apresentaram, em Bonn, na Alemanha, um tratado para servir de referência jurídica ao acordo global sobre clima que será discutido por mais de 190 países no fim do ano em Copenhague, na Dinamarca. O documento mostra como as principais diferenças entre nações pobres e ricas podem ser superadas para a obtenção de um texto que substitua o Tratado de Quioto.

De acordo com o diretor-executivo do Greenpeace Brasil, Marcelo Furtado, "o que está no centro desse tratado é a sustentabilidade do planeta, o modelo de desenvolvimento econômico vigente e a vida de milhões de pessoas que sofrerão os impactos das mudanças climáticas e podem ter de pagar com suas vidas pela falta de compromisso dos líderes mundiais". Na opinião de Furtado, o tratado é exatamente o acordo que o mundo está esperando. "O Brasil poderia liderar esse movimento, se comprometendo, inclusive, com a meta de redução das emissões de 40%", disse.

Acordo inédito - "Esta é a primeira vez na história que uma coalizão de grupos da sociedade civil dá um passo tão importante como esse. Juntos, produzimos o documento jurídico mais coerente até agora, mostrando soluções equilibradas e possíveis, baseadas na eqüidade e na ciência", afirmou Kim Carstensen, do WWF Internacional.

O trabalho, denominado Tratado do Clima de Copenhague, tem cerca de 160 páginas e é resultado de mais de um ano de trabalho dos especialistas ambientais. O documento será distribuído aos representantes dos países que estarão negociando o substituto do Tratado de Quioto.

A proposta jurídica do documento é composta por três partes. Prevê a atualização do Tratada de Quioto, como forma de reforçar as obrigações dos países industrializados, a elaboração de um Protocolo de Copenhague, que exija um compromisso jurídico dos Estados Unidos e aponte caminhos para uma economia de baixo carbono nos países em desenvolvimento, apoiados por nações desenvolvidas, e um conjunto de decisões que estabeleça as bases de negociações para os próximos três anos.

"A iniciativa deve ajudar os pobres e vulneráveis a lidar com os impactos inevitáveis do clima. Sem um acordo forte e eficaz em Copenhague, em um futuro bem próximo, nós teremos de destinar mais recursos para guerras por recursos naturais e para refugiados do clima", disse Wael Hmaidan, da ONG IndyACT.

Entre os itens previstos no texto há ainda:

Emissão de gases de efeito estufa (excluindo aqueles controlados pelo Protocolo de Montreal) em 2020 inferior a 36,1 giga toneladas (Gt) de CO2e, com base nos níveis de 1990. Redução das emissões para 7,2 giga toneladas de CO2e em 2050 (em outras palavras, corte de 80% em relação a 1990).

Criação de nova instituição para gerir os processos de redução das emissões, adaptação e proteção florestal do novo tratado de clima.

Recomendação de ação de longo prazo tanto para nações ricas quanto para os países em desenvolvimento.

Metas obrigatórias para novos países industrializados, como Cingapura, Coréia do Sul e Arábia Saudita.

Extraído do Portal Terra.